Metas do fórum da água serão trazidas para conferência no Rio

Sabine Righetti
Folha de S. Paulo

Na prática, não é lei e não há nenhuma obrigatoriedade. Mesmo assim, 140 países se comprometeram na última sexta-feira a aumentar o acesso à água potável, ao tratamento de esgoto e a promover o uso inteligente da água na conclusão do Fórum Mundial da Água. O evento, coordenado por um engenheiro da USP, Benedito Braga, reuniu 20 mil pessoas na semana passada em Marselha, na França.

Mesmo em crise econômica, a França abriu a carteira e doou € 600 milhões para iniciativas de água na África -uma das regiões que mais sofrem no mundo por falta de saneamento básico. Os acordos tomados em Marselha não têm caráter vinculante. Isso significa que ninguém vai cobrar quem disse que ia fazer e não fez. A ideia, no entanto, é levar o documento de Marselha para a Rio+20, conferência da ONU para o desenvolvimento sustentável que acontecerá em junho no Brasil.

Como podemos educar nossas emoções?

94º Fórum acontece na próxima terça-feira, dia 13, às 19h, no Grande Auditório do Masp, com entrada franca. Não é necessário fazer inscrição antecipada

"Como podemos educar nossas emoções?" é o tema proposto pela Profa. Dra. Elisa H. Kozasa para a realização do 94º fórum do Comitê da Cultura de Paz, que acontece em parceria com o Instituto do Cérebro / Hospital Albert Einstein e em adesão à Brain Awareness Week.

Todos já tivemos um episódio emocional do qual nos arrependemos. Infelizmente ele pode acontecer em momentos importantes, gerar consequências duradouras e até mesmo mudar o rumo de nossas vidas. Mas, será que poderia ter sido diferente? Poderíamos ter sido educados emocionalmente e desenvolvido instrumentos para lidar com situações difíceis de outra maneira? Será que podemos aprender algo agora?

Campanha #TuiteAPaz leva mensagens de paz para as ruas de São Paulo



Frases postadas no Twitter serão impressas em cartões e distribuídas na capital paulista

O Instituto Sou da Paz realiza no mês de março a campanha #TuiteAPaz. Entre os dias 5 e 9, os seguidores do @isoudapaz e os usuários do Twitter poderão tuitar mensagens de paz que serão distribuídas pela cidade de São Paulo. O objetivo da campanha é promover a cultura de paz, conectando o mundo virtual e o real.

“Pessoas de qualquer lugar do Brasil poderão compartilhar com a gente aqui em São Paulo suas ideias sobre como promover a paz e reduzir a violência em nosso país”, diz Melina Risso, diretora do Instituto.

Para participar basta tuitar uma mensagem de paz com a hashtag #tuiteapaz. As mensagens postadas no microblog serão selecionadas aleatoriamente, impressas em cartões e entregues por voluntários do Sou da Paz aos pedestres em ruas importantes do centro de São Paulo, entre os dias 19 e 25 de março.
Esta campanha não tem nenhum caráter comercial nem de competição. Sendo assim, não haverá qualquer tipo de premiação aos participantes.

Quer saber mais sobre a campanha? Acesse o site http://soudapaz.org/tuiteapaz/

Agenda de Fóruns Temáticos 2012

Reproduzimos abaixo o primeiro comunicado da coordenadora do Comitê da Cultura de Paz, Profa. Lia Diskin.

Mui prezados parceiros na Cultura de Paz,

Iniciamos com esta mensagem a interlocução do 13º ano de atividades do Comitê da Cultura de Pazinformando a grade dos Fóruns Temáticos ao longo de 2012.

Cooperação e confiança mútua nos permitiram, mais uma vez, contar com as dependências do Grande Auditório do MASP – Museu de Arte de São Paulo, a quem agradecemos em nome de todos os frequentadores do Comitê, lembrando que a entrada é franca.

Outrossim, a parceria institucional UNESCO/Palas Athena vê-se agraciada com o patrocínio de uma colaboradora que proporcionará, pelo segundo ano consecutivo, os recursos financeiros necessários ao aluguel de data show e captação/registro de som, manutenção do site e do blog, além de impressão dos programas mensais para divulgação.

A sinergia das vocações de voluntários e entidades possibilitou, ao longo destes anos, a proliferação de iniciativas altamente promissoras em torno da Cultura de Paz – desde programas acadêmicos em caráter de graduação e pós-graduação, até projetos permanentes em unidades da Fundação Casa. Nesse horizonte de possibilidades e oportunidades que se retroalimentam a cada encontro dos Fóruns Temáticos, convidamos a reservar suas agendas para avançarmos juntos em solidariedade e responsabilidade, em reflexão e acolhimento,

Sejam bem-vindos!

Lia Diskin
p/ Comitê de Cultura de Paz
Parceria UNESCO/Palas Athena


Fóruns Temáticos 2012
Às terças-feiras, 19 horas, no MASP
Entrada Franca

  94º Fórum
  13 de março
  95º Fórum
  10 de abril
  96º Fórum
    8 de maio
  97º Fórum
  19 de junho
  98º Fórum
  14 de agosto
  99º Fórum
  11 de setembro
100º Fórum
    9 de outubro
101º Fórum
  13 de novembro

100 livros clássicos para download

Fonte: Revista Bula - Jornalismo Cultural

Uma compilação com 100 obras, entre autores brasileiros e estrangeiros, escolhidas entre os 10 mil títulos disponíveis no portal Domínio Público. A lista, traz desde livros seminais, formadores da cultural ocidental, como “Arte Poética”, de Aristóteles, até o célebre “Ulisses”, de James Joyce, considerado um dos livros mais influentes do século 20, além de clássicos brasileiros e portugueses. Todo o acervo do portal DP é composto por obras em domínio público ou que tiveram seus direitos de divulgação cedidos pelos detentores legais. No Brasil, os direitos autorais duram setenta anos contados de 1° de janeiro do ano subsequente à morte do autor.

A Divina Comédia — Dante Alighieri

Ulysses — James Joyce

A Metamorfose — Franz Kafka

Don Quixote. Vol. 1 — Miguel de Cervantes Saavedra

Don Quixote. Vol. 2 — Miguel de Cervantes Saavedra

Cândido — Voltaire

Globalização econômica deve ter direitos humanos como referência, diz especialista da ONU

Fonte: ONU Brasil

O especialista das Nações Unidas sobre o Direito à Alimentação, Olivier De Schutter, pediu hoje (26/01) aos ministros reunidos no Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos esta semana, que se reconheça a relação dos direitos humanos com a globalização. “Os direitos humanos devem penetrar e dar uma nova direção à globalização de forma que as estratégias que estão sendo procuradas possam retomar e expandir a economia global”.

De Schutter sustenta que “os acordos de investimento e trocas bilaterais são o portão através do qual a globalização atravessa pelo quadro econômico de um país e frequentemente sacode as bases de uma economia. (Por isso), os governos dos Estados soberanos devem submeter qualquer acordo à ‘prova dos direitos humanos’, avaliando os impactos afim de cumprir as obrigações com os seus cidadãos”.

O que você deseja para 2012?

Esperanças e desejos... esperar e realizar. Veja o depoimento de personagens da cidade de São Paulo sobre o que querem para 2012 e o que podemos fazer para que esses sonhos se realizem. São reflexões de Lia Diskin, coordenadora do Comitê da Cultura de Paz, do monge zen-budista João Koun e do fundador da ONG Doutores da Alegros, Wellington Nogueira.

O filme foi produzido para o portal Web Motors, com o tema "paz no trânsito".

10/12: Dia Internacional dos Direitos Humanos

São apenas 30 artigos de uma Declaração fundamental para nossa condição humana, para nossa convivência harmoniosa em respeito a todos os outros seres. Hoje, especialmente, vale a leitura e a reflexão sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Resolução 217 A [III] da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10/12/1948.

São direitos que todos temos simplesmente por sermos humanos. O vídeo abaixo, produzidos pela organização United for Human Rights ilustra a necessidade de revisitarmos a Declaração cotidianamente.

"Território do Brincar": encontro com a criança brasileira


A partir de 2012, a educadora Renata Meirelles e o documentarista David Reeks voltam à estrada para percorrer, durante dois anos, uma geografia de saberes da cultura infantil de diversas regiões brasileiras.

Seguindo um trabalho que já fazem há 16 anos, continuarão ouvindo o que dizem as crianças de nosso país, dando voz aos seus gestos, saberes e fazeres, principalmente através da sua linguagem mais genuína: o brincar. A diversidade de um país como o Brasil vista pelos olhos da criança, que nos apresenta sua realidade baseado, essencialmente, na espontaneidade típica infantil.