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Áudio do 105º fórum para download

Profa. Dra. Luciane Lucas dos Santos
Fotos: Flávia Faria.

A dignidade humana foi o elemento central deste 105º fórum, Os impactos do modelo de desenvolvimento na dignidade humana – interculturalidade e construção de novas sociabilidades como antídoto à violência estrutural. Aqui, o link para baixar a íntegra do áudio.

A Profa. Dra. Luciane Lucas dos Santos discutiu a violência intrínseca ao modelo de desenvolvimento neoextrativista que a globalização hegemônica tem disseminado nos países latino-americanos. Neste sentido - e tendo por base de reflexão os conceitos de fascismo social, sociologia das ausências e linha abissal de Boaventura de Sousa Santos -, refletiu não só sobre as hierarquias hoje estabelecidas entre diferentes saberes, temporalidades, escalas e perspectivas de produção, como também sobre o impacto destas hierarquias na dignidade humana. 

A Profa. Dra. Luciane Lucas dos Santos é pesquisadora pós-doc no Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra (Portugal), sob a supervisão do Prof. Dr. Boaventura de Sousa Santos. Atualmente, sua pesquisa está relacionada aos seguintes temas: teoria crítica do consumo, economia solidária, redes solidárias de trocas e economias originárias campesinas.

Dicas para incorporar a sustentabilidade ao seu dia a dia

Fonte: Planeta Sustentável

Por que é preciso reduzir o consumo de sacolas plásticas? Quais os impactos globais, caso a temperatura do planeta aumente mais de 2ºC? Quanto de água virtual é gasto na produção de um celular? Quais as mudanças que a economia verde propõe? Que tipo de papel devo utilizar: reciclado ou novo? Conferências como a Rio+20 vão resolver os problemas do planeta?

Saber as respostas para essas perguntas nos ajuda a repensar nossas atitudes do dia a dia e fortalecer o movimento pela sustentabilidade no mundo. Por isso, o Planeta Sustentável lançou nesta terça-feira (05) – não por acaso, data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente – seu Manual de Etiqueta 4.0, que responde a essas e muitas outras questões relacionadas ao tema, além de dar dicas para o leitor incorporar a sustentabilidade ao seu dia a dia.

19/06: Sustentabilidade - Para onde estamos indo se não vamos todos juntos?

19/06, terça-feira
19h
Grande Auditório do MASP
Entrada franca
Não é necessária a inscrição antecipada

O 97º fórum do Comitê da Cultura de Paz traz um tema candente e necessário neste momento em que temos mais uma oportunidade de repensar e reinventar nossos destinos como comunidade planetária: sustentabilidade. Reinaldo Bulgarelli, autor do livro Diversos Somos Todos, sobre valorização, promoção e gestão da diversidade nas organizações, é nosso convidado para estas reflexões. 

Seu blog, com o mesmo nome, traz artigos a respeito da diversidade e dos muitos temas com os quais trabalha há mais de trinta anos: www.diversossomostodos.blogspot.com.br.

Abaixo, o convite da Profa. Lia Diskin, coordenadora do Comitê.

Estimados Parceiros na Cultura de Paz,
“Temos o direito de ser iguais quando a diferença nos inferioriza; temos o direito de ser diferentes quando a igualdade nos descaracteriza”, alerta oportunamente o sociólogo português Boaventura Santos, nestes tempos em que os direitos humanos ganham espaço nos debates sobre Sustentabilidade.
As relações entre ecologia, desenvolvimento e cultura são cada vez mais evidentes, e é no escopo desta última onde ainda subsistem resistências à diversidade; ignorando que é a cultura que predispõe a forma como as pessoas se relacionam entre si, com o meio ambiente e os mecanismos de produção e consumo.
O Professor Reinaldo Bulgarelli abordará esse cenário no 97º Fórum do Comitê da Cultura de Paz, terça-feira, 19 de junho às 19 horas, no Grande Auditório do MASP. A entrada é franca.
Sugerimos disponibilizar este convite nas suas redes de relacionamento, para oferecer acesso a um tema que diz respeito a todos nós – visto que somos a um só tempo iguais e diferentes.
Antecipadamente, sejam bem-vindos!
Lia Diskin
p/ Comitê da Cultura de Paz

Rio + 20: Inscrições individuais para a Cúpula dos Povos estão abertas


Chegou o momento que todos esperavam: estão abertas as inscrições individuais para participar da Cúpula dos Povos! Qualquer pessoa pode se inscrever para participar das atividades do evento, que ocupará o Parque (Aterro) do Flamengo de 15 a 23 de junho. A partir da inscrição, quem quiser poderá emitir e imprimir um certificado nominal de participação do evento.

Como se inscrever

Vinculamos as inscrições individuais ao Catarse, um site de financiamento coletivo de projetos independentes. Funciona assim: basta entrar no projeto da Cúpula dos Povos, assistir ao vídeo de divulgação, ler o texto de apresentação e clicar no botão “quero apoiar este projeto”. O valor mínimo das inscrições é de R$ 10, e você pode escolher uma das recompensas disponíveis por apoiar a Cúpula. Uma delas é justamente o certificado de participação. Se você escolher essa opção, receberá um e-mail com o certificado em no máximo dois dias.

Consumismo infantil na programação da Rio+20

Fonte: Consumismo e Infância

Em junho, o Rio de Janeiro recebe a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que vai debater sobre ações e políticas para as próximas décadas relacionadas à economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e à estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

O tema do consumismo infantil fará parte da programação oficial, com um side event fechado a organizações credenciadas pela ONU sobre Consumismo Infantil, Publicidade e Sustentabilidade, que acontece no dia 13 de junho, das 11h30 às 13h, no RioCentro. Haverá exibição do documentário “Criança, a alma do negócio”, seguida de palestras de Ana Maria Wilheim, do Instituto Akatu, Mariana Ferraz, do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia, Ute Craemer, da Aliança pela Infância, Ana Claudia Bessa, do Movimento Infância Livre de Consumismo, e Gabriela Vuolo, do Instituto Alana.

A mesa vai debater a relação entre o consumismo infantil e a sustentabilidade, já que o nosso padrão de consumo interfere diretamente na exploração dos recursos naturais e na quantidade de lixo que produzimos. O problema do consumismo infantil é global e os atuais apelos mercadológicos vão contra qualquer esforço para um consumo mais consciente e equilibrado, que possa promover uma diferença no cuidado com o planeta.

"Pegada ecológica" do Brasil supera a da China e da Índia


A demanda cada vez maior por recursos por uma população crescente está causando uma enorme pressão sobre a biodiversidade do planeta e ameaça nosso futuro em termos de segurança, saúde e bem-estar. É o que revela a edição de 2012 do Relatório Planeta Vivo da Rede WWF, principal pesquisa bianual sobre a saúde do planeta, lançado hoje pelo WWF.

Produzido em colaboração com a Sociedade Zoológica de Londres e a Global Footprint Network (Rede da Pegada Mundial), o relatório deste ano foi lançado nesta terça-feira (15 de maio) na Estação Espacial Internacional pelo astronauta holandês André Kuipers, que apresentou uma perspectiva única da situação do planeta em sua missão na Agência Espacial Europeia.

“Temos apenas um planeta. Daqui de cima, posso ver a pegada da humanidade, inclusive os incêndios florestais, a poluição do ar e a erosão – são desafios que se refletem nesta edição do Relatório do Planeta Vivo”, afirmou Kuipers, ao apresentar o relatório durante sua segunda missão espacial. “Embora o planeta sofra pressões insustentáveis, nós temos a capacidade de salvar o nosso lar, não apenas em nosso próprio benefício mas, sobretudo, para as próximas gerações”, completou Kuipers.

A versão completa do relatório está disponível apenas em inglês, mas o WWF-Brasil lançou nesta terça-feira, em Brasília, a versão reduzida do estudo, o Sumário Relatório Planeta Vivo, a Caminho da Rio+20. A publicação traz os principais resultados do relatório e uma análise da situação ambiental do planeta nestes últimos 20 anos, desde a Rio 92 até a Rio+20.

Globalização econômica deve ter direitos humanos como referência, diz especialista da ONU

Fonte: ONU Brasil

O especialista das Nações Unidas sobre o Direito à Alimentação, Olivier De Schutter, pediu hoje (26/01) aos ministros reunidos no Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos esta semana, que se reconheça a relação dos direitos humanos com a globalização. “Os direitos humanos devem penetrar e dar uma nova direção à globalização de forma que as estratégias que estão sendo procuradas possam retomar e expandir a economia global”.

De Schutter sustenta que “os acordos de investimento e trocas bilaterais são o portão através do qual a globalização atravessa pelo quadro econômico de um país e frequentemente sacode as bases de uma economia. (Por isso), os governos dos Estados soberanos devem submeter qualquer acordo à ‘prova dos direitos humanos’, avaliando os impactos afim de cumprir as obrigações com os seus cidadãos”.

Bronca do menino de 14 anos: cale a boca e plante uma árvore

Por Haroldo Castro
Revista Época


Entre os dias 28 de novembro e 9 de dezembro, acontecerá em Durban, África do Sul, a COP-17, mais uma rodada de negociações sobre mudanças climáticas. Quem participou de algumas conferências globais sobre a questão ambiental sabe que os principais frutos destes debates são palavras, palavras e mais palavras. O blá-blá-blá de sempre, muita conversa e nenhuma ação. O que salva estas reuniões tediosas entre políticos, cientistas e conservacionistas são os contatos interpessoais e as sinergias que acontecem entre indivíduos.

Há algumas semanas, participei na Itália de um encontro de jornalistas ambientais de 30 países. Sonolento após uma palestra de um professor universitário, vi um adolescente de óculos entrar na plateia. Vestido de jeans, camiseta branca e tênis, ele parecia qualquer menino europeu. 

O que é sustentabilidade?

"Nada é o bastante para quem considera pouco o que é suficiente." A Profa. Lia Diskin, co-fundadora da Associação Palas Athena e coordenadora do Comitê da Cultura de Paz, remete-se a esta frase de confúcio para explicar sua visão de sustentabilidade para a campanha do Instituto Jatobás, "O que é sustentabilidade?".

Veja a entrevista.

Londrina tangibilizou a paz; não há mundo sustentável sem paz, afirma Andre Trigueiro

Esteve em Londrina, dias 17 e 18 de setembro de 2011, o jornalista André Trigueiro para participar de três eventos: duas palestras e o 3° Abraço no Lago. A primeira palestra teve como tema "Mídia de Paz - A contribuição da imprensa na construção do mundo sustentável “, e a segunda palestra, "Espiritismos e Ecologia", ambas realizadas no Blue Tree Hotel.

A segunda palestra está disponível em DVD na videoteca do Centro Espírita Nosso Lar, na Rua Santa Catarina 429, Londrina. Outras informações sobre o vídeo podem ser obtidas com Marinei Ferreira Rezende pelos fones [43] 3324-6843/ 9113-7415 ou e-mail marineif2001@gmail.com. Marinei é representante da 16° URE União Regional Espírita.

Ouça a  entrevista com André Trigueiro para a CBN no link http://glo.bo/v1ve7C

1º Congresso Educação e Soberania Alimentar

Barcelona sediou o primeiro congresso que tratou os conceitos de Educação e Soberania Alimentar de forma relacionada, entre os dias 13 e 15 de outubro de 2011, organizado pela ONG Educação sem Fronteiras. Foram 225 inscritos de oito países, especialmente da América Latina, que levaram uma série de propostas dirigidas a melhorar as políticas públicas e considerar a produção de alimentos um direito - e não uma mercadoria - para incluir a agroecologia no currículo escolar da Espanha.

A vinculação entre educação e soberania alimentar desencadeou o levantamento de desafios educacionais levantados pela soberania alimentar na sociedade atual, assim como sugerir alternativas a alguns dos problemas sócio-educativos enfrentados hoje.

IDH 2011: sai relatório do PNUD

RDH 2011 mostra Brasil na 84ª posição entre 187 países; nos últimos 5 anos, o país está entre os 24 que subiram 3 ou mais posições

Fonte: PNUD


O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil avançou de 0,715 em 2010 para 0,718 em 2011, e fez o país subir uma posição no ranking global do Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) deste ano. Com isso, o Brasil saiu da 85ª para a 84ª posição, permanecendo no grupo dos países de alto desenvolvimento humano. O documento foi lançado esta quarta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em Copenhague, na Dinamarca.

O Relatório de Desenvolvimento Humano 2011 apresenta valores e classificações do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para um número recorde de 187 países e territórios reconhecidos pela ONU. Um aumento significativo em relação aos 169 países incluídos no Índice de 2010, quando os indicadores-chaves de muitos dos novos países analisados este ano ainda estavam indisponíveis.

Exemplo de construção sustentável na Semana do Clima de Hamburgo


Este pavilhão verde brilhante feito de estacas de madeira sazonal foi construído para a terceira edição da Semana do Clima, realizada em Hamburgo, Alemanha, entre os dias 23 e 30 de setembro. É um exemplo de estrutura temporária sustentável e baseada no conceito "do berço ao berço" [também conhecido como cradle to cradle, em inglês], no qual todos os materiais que compõem o pavilhão são puros, seguros para o uso humano e biológico ou tecnologicamente recicláveis no final de sua vida útil.

À exceção do transporte dos materiais, toda a construção do pavilhão foi operada com emissão zero. No desmonte, as madeiras foram usadas como nutrientes para o solo das florestas e o restante dos materiais retornou ou foi reciclado para garantir que o ciclo de vida ocorresse sem desperdício.

Fotos e fonte: Inhabitat

Rio+20: revolução de energias limpas é crucial, diz secretário-geral da ONU

10/10/2011

O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, defendeu uma “revolução de energias limpas” na conferência “Energia para Todos – investindo no acesso aos pobres” nesta segunda-feira (10/10) em Oslo, Noruega. No evento prévio à Conferência Rio+20, Ban disse que energia sustentável é fundamental para o progresso dos países pobres e cobrou ações para alcançar as metas de acesso universal de energia até 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

“Três bilhões de pessoas dependem de carvão e madeira para cozinhar. Essas condições são traduzidas em pobreza extrema”, argumentou o Secretário-Geral. Ele completou: a energia não deve ser apenas universal, mas também limpa e sustentável. De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), o financiamento ao acesso universal de energia custaria apenas cerca de 3% do total investido em energia no mundo. “A falta de energia é uma ameaça para as ODMs. Impede o crescimento e a geração de emprego. Exigimos uma mudança radical nas práticas atuais.”

Eventos do Dia Mundial sem Carro

Foto: Rede Nossa São Paulo
O Dia Mundial Sem Carro, comemorado mundialmente no dia 22 de setembro, é uma grande oportunidade de chamar a atenção da sociedade civil para o tema da mobilidade urbana e dos problemas decorrentes da poluição do ar gerada pelos veículos motorizados. A data tem se consolidado por várias iniciativas e intervenções criativas, promovendo reflexões sobre o hábito de consumir e usar mal os automóveis, além de fomentar novas propostas aos poderes públicos.

Hoje, eu tenho um sonho

Este é o título do vídeo produzido pela International Organization for Standardization (Organização Internacional de Padronização) - ISO, quando do lançamento da ISO 26000:2010, de Responsabilidade Social. O seu processo de elaboração obedeceu a padrões diferenciados, com a participação de representantes da indústria, do governo, dos trabalhadores, consumidores, organizações não governamentais, de serviços, de apoio e de pesquisadores, preservando o equilíbrio geográfico e de gênero. A ABNT brasileira e a SIS sueca lideraram o grupo de 450 especialistas de 99 países membros da ISO e 42 organizações colaboradoras.

Em julho de 2010, foi lançada a ISO de Responsabilidade Social, que deverá ser aplicada por organizações de todos os tipos, nos setores público e privado, de forma voluntária. Caberá à sociedade a sua exigência.


En pié de paz: apresentações disponíveis

O encontro internacional En pié de paz - cultura de paz, políticas públicas e desenvolvimento cultural, organizado pelo Centro Cultural da Espanha em São Paulo e o Instituto Pólis, aconteceu entre os dias 25 e 27 de abril. O objetivo foi abrir um espaço de reflexão e debate sobre as práticas de Cultura de Paz, a efetivação de políticas públicas e o desenvolvimento cultural nesse campo a partir de questões conceituais e de práticas em andamento.

O encontro reuniu debatedores ibero-americanos que atuam no contexto da Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz, da ONU/UNESCO. Participaram, entre outros, Carmen Magallón (Zaragoza, Espanha), Seminário de Investigación para la Paz; Naiara Imedio de Larrinaga (Colômbia), Área de Construção de Paz na Oficina Técnica de Cooperação da AECID na Colômbia; Jose Antonio Mac Gregor Campuzano (México), Praxis Gestión Especializada A.C. e Gestalia Educación y Cultura SRL; Lia Diskin (São Paulo, SP), Palas Athena; Rose Marie Inojosa (São Paulo, SP), UMAPAZ. Todas as apresentações dos palestrantes estão disponíveis para download.

Entrevista com Riane Eisler, autora de O Cálice e a Espada

O cálice e a espada, editado pela Palas Athena Editora, tornou-se referência no mundo e superou a marca dos 500 mil exemplares vendidos. Resulta de pesquisa que levanta evidências arqueológicas e históricas que provam ter havido, em passado distante, sociedades pacíficas e igualitárias organizadas em torno da cooperação e respeito. A autora expõe os paradigmas da realidade contemporânea, mostrando a chocante transformação trazida por culturas de pastores nômades e guerreiros, que impuseram forma de viver baseado no poder da força. Eisler aponta o caminho de futuro viável, para convívio de forma mais saudável e respeitosa, alinhando escolhas com valores de parceria, cuidado amoroso, inclusão e sustentabilidade.

Em 16 de agosto de 2010, o programa Milênio, da Globonews, apresentou uma entrevista do jornalista Jorge Pontual com o título Historiadora Riane Eisler propõe modelo econômico baseado na solidariedade. Excelente material de consulta!


Why we need the moon for solar power on earth

By David R. Criswell

Lunar-based solar-power production should have been developed decades ago, argues one space expert.

Our Sun is the primary power source driving life on Earth. It has enabled us to use massive flows of oil, coal, and natural gas burned with oxygen to provide approximately 85% of the 15 trillion watts of commercial thermal power that energizes the $60-trillion-a-year world economy.

Solar power from the moon

By Patrick Tucker

A Japanese company is pitching an alternative energy plan that’s out of this world—and potentially the largest public infrastructure project in human history.


Crédito: Shimizu
The year is 2050 and it’s morning on the Moon. The Sun is rising over a landscape that is bleak and featureless with one exception: a wide belt of photovoltaic panels that cuts across the ash-gray lunar surface like a straight river. Not a single astronaut is in sight, but a troop of robots is busily making repairs to the installation where tune-ups are needed. Beneath the panels, superconducting cables are ferrying the Sun’s power to transmission centers. The power will be beamed to a receiving station near the Earth’s equator, and from there, it will be distributed to energy-hungry cities and towns across the globe where it will keep the lights on in offices, hospitals, and schools.