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12/11, 19h: Um profeta em Nova Iorque __ Leitura dramática inspirada na vida e obra de Khalil Gibran

 
Com a Companhia Teatral Arnesto nos Convidou e o dramaturgo Samir Yazbek
Abertura de Aida R. Hanania - professora titular aposentada da FFLCH-USP 

12 de novembro de 2013 • terça-feira • 19h 
Auditório do MASP 
Av. Paulista, 1578
São Paulo/SP 
Estação Trianon-Masp do metrô

Entrada franca

Não é necessário fazer inscrição antecipada

Um Profeta em Nova Iorque é um texto teatral inédito, do dramaturgo e diretor Samir Yazbek, inspirado na vida e obra do poeta, escritor e artista plástico libanês Khalil Gibran (1883-1931), autor do best-seller mundial O Profeta.

Tomando como pano de fundo a época em que Gibran viveu em Nova Iorque, no início do século XX, acompanhamos o florescimento de sua literatura, a luta pelo reconhecimento do seu trabalho, além do diálogo imaginário com figuras emblemáticas de sua infância.

Dialogando com Gandhi através da dança e da reflexão - áudio disponível para download

Nesta 32ª Semana Gandhi, celebramos – por meio da dança indiana Odissi e das reflexões sobre a Educação para a Paz, o diálogo entre Arte e Pedagogia, entre estética e ética, permitindo descobrir espaços de recriação e ressignificação da vocação libertária que inspirou Gandhi.

Este foi o mote do 108º fórum do Comitê da Cultura de Paz, realizado dia 8 de outubro, no Grande Auditório do MASP - e a íntegra do áudio está disponível para download aqui.

Dialogando com Gandhi – através da dança e da reflexão


Caros parceiros na Cultura de Paz,

Tradição e inovação entram de mãos dadas no palco deste 108º Fórum. Dialogando com Gandhi – através da dança e da reflexão. A bailarina Silvana Duarte nos oferecerá um recital de dança clássica Odissi, gênero indiano ritual que se caracteriza pela fluidez dos movimentos e a harmonização dos opostos.

Em seguida a Dra. Renata Cueto de Souza falará sobre a Educação para a Paz, suas origens e as contribuições significativas que Gandhi promoveu mediante seus experimentos nas comunidades rurais que criou, onde a não violência era o princípio fundante de vínculos de respeito e confiança mútua. Essas contribuições, unindo-se a outras vozes, desenham um horizonte promissor de modelos democráticos, plurais e solidários de convivência.

Terça-feira, 8 de outubro, 19 horas, no Grande Auditório do MASP. A entrada é franca, como sempre, portanto sugerimos disponibilizar este programa nas suas redes, possibilitando que mais pessoas se beneficiem desse Diálogo.

Com um mesmo e redobrado empenho, recebam saudações da maior cordialidade,

Lia Diskin
Coordenadora do Comitê

(11) 3266-6188
www.palasathena.org.br

32ª Semana Gandhi _________________ UMA FORÇA MAIS PODEROSA

2 de outubro, quarta-feira, 19h - Centro Cultural da Índia
Alameda Sarutaiá, 380 – Jardim Paulista – São Paulo – SP 
[próximo à Avenida Brigadeiro Luiz Antonio e Alameda Campinas] 
ENTRADA FRANCA – NÃO É NECESSÁRIA INSCRIÇÃO

Video-diálogo que ilustra a eficácia da ação de Gandhi ao promover transformações sociais que ganharam notoriedade no cenário internacional.

Com o Dr. Luiz Góes e o Mediador João Moris – Educadores da Palas Athena para Projetos Socioeducativos fundados no legado de Gandhi – e colaboração da Educadora Social Rosangela C. Ares

Neste Encontro exibiremos imagens de filmes raros que evidenciam a influência do Mahatma nos grandes líderes da Não Violência, que no curso do século XX lutaram pelos direitos civis e liberdades individuais, transformando conflitos em oportunidades para conquistar a plena cidadania após derrotarem a opressão e a exclusão.

Esta apresentação dialogada oferecerá o panorama de ação, reflexão e visão de mundo de três grandes transformadores: Gandhi, Luther King e Mandela. Qual o alcance de seus feitos? Qual seria a pauta de suas agendas?

João Roberto Moris é jornalista, tradutor, mediador de conflitos, membro da Associação Palas Athena e capacitado em seus programas de Filosofia e Ética. Atua como facilitador do Projeto Gandhi para jovens cumprindo medida socioeducativa na Fundação Casa. É membro do Grupo Escola Restaurativa, que promove a disseminação de práticas restaurativas entre professores da rede pública de ensino.

Luiz Henrique Froner Souza Góes, capacitado em Filosofia e Ética pela Palas Athena e membro de seu Conselho Deliberativo, é criador e facilitador dos vídeo-diálogos sobre a pedagogia pró-ativa não violenta de Gandhi e Martin Luther King. Desde 2007, mensalmente, atua como voluntário levando este projeto de cidadania, ética e valores universais da Palas Athena aos jovens das unidades da Fundação CASA na Grande São Paulo. Exerce a odontologia como profissão, a fotografia e a literatura como atividades criativas.

Realização: Palas Athena
Apoio institucional: Consulado Geral da Índia e Centro Cultural da Índia

Encontro memorável homenageia Irena Sendler no 107º fórum

Da esq. para a dir.: Embaixador Andrzej Braiter, Rabino
Michel Schlesinger, Cônsul Jacek Such, Profa. Lia Diskin, 
coordenadora do Comitê, e Cônego José Bizon.
 Irena Sendler, a mulher que arriscou sua vida não uma, mas ao menos 2.500 vezes para salvar crianças da morte em campos de concentração na Polônia, foi o tema central do 107º fórum do Comitê da Cultura de Paz, realizado dia 10 de setembro.

Os palestrantes - cônego José Bizon, da Arquidiocese de São Paulo, e rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista - brilharam em suas reflexões sobre a importância de Irena Sendler para a história dessas crianças e para o respeito à vida. Também estiveram presentes o embaixador da Polônia no Brasil, Andrzej Braiter e do cônsul geral da Polônia, Jacek Such.

E a celebração ficou mais completa com o lançamento do livro "Irena Sendler - a mãe das crianças do holocausto", de Anna Mieszkowska. A Palas Athena Editora disponibilizou o primeiro capítulo do livro para download gratuito. Basta clicar aqui.

A íntegra do áudio do 107º fórum também está disponível para download.

Fotos: Rejane Moura

Caderno da Cultura de Paz: publicação traz reflexões e ações

O Abaçaí Cultura e Arte publicou o caderno A paz é o caminho - Uma rede da Cultura de Paz com importantes reflexões, documentos internacionais de referência, informações sobre outros movimentos e outros materiais relevantes para a implementação de ações de construção de uma Cultura de Paz. Para fazer o download, clique aqui.

Toninho Macedo, coordenador do Abaçaí, fala sobre os objetivos deste material:

"Esta apostila surgiu da necessidade de oferecer subsídios às reflexões e atividades desenvolvidas com o Juruá - Núcleo de Sustentação da Bandeira da Paz no Parque da Água Branca e parte do programa de ação cultural que a Abaçaí Cultura e Arte ali mantém. São jovens e adolescentes que estão se iniciando no exercício da Cultura de Paz, e que, com seus exemplos, vêm se transformando em multiplicadores de uma nova forma de convivência entre os seres humanos.

13/08: Inquietações–Inovações Sociais _____ O coletivo em busca de uma nova cara


106º Fórum do Comitê da Cultura de Paz
parceria UNESCO – Palas Athena




Mesa com 
Mara Mourão, André Gravatá e Djalma Santos

 


Os efeitos psicológicos, emocionais e comportamentais das inúmeras guerras e conflitos do século 20 na comunidade global, somados e refletidos em um disseminado modelo de desenvolvimento competitivo e excludente nos leva, como diria Edgar Morin, rumo ao abismo.

Ainda segundo o pensador, temos como alternativa ao colapso, a metamorfose. Talvez sejam nos incontáveis movimentos de Inovação Social que surgem diariamente, que encontraremos modelos sustentáveis, inclusivos e criativos de nos organizar.

É para esse sentido que olharemos no 106º Fórum do Comitê da Cultura de Paz.

O filme Quem se importa, de Mara Mourão, retrata este panorama através de exemplos de pessoas comuns que encontraram soluções criativas para problemas sociais e impactaram positivamente suas comunidades. A diretora tecerá ainda reflexões e comentários sobre o Setor Social e a experiência de elaboração do filme.

O pesquisador André Gravatá apresentará em seguida novas experiências e visões educacionais que ocorrem ao redor do mundo. Visões que concebam as escolas como lugares de estímulo à cooperação, criatividade, solidariedade e empatia. Iniciativas com propostas que valorizam a diversidade, que permitem o exercício de distintas inteligências e possibilitam encontrar os percursos de aprendizagem que se adéquam ao que desejam para seus futuros. 

Temos muitos exemplos de organizações inovadoras no Brasil. Dentre elas a Rede Cultural Beija-Flor destaca-se pelo intenso e contínuo trabalho realizado com crianças e jovens em situação de risco social na cidade de Diadema – SP. Djalma Santos, vice-presidente da Rede, fechará a mesa apresentando as experiências e os sonhos de quem atua diariamente no desbravamento de novas vias. 


ENTRADA FRANCA
13 de agosto de 2013 • terça-feira • 19 horas 
Auditório do MASP ▪ Museu de Arte de
 São Paulo
Av. Paulista, 1578 -
 São Paulo/SP - Estação Trianon-Masp do metrô

Não é necessário fazer inscrição antecipada



Mara Mourão: diretora, roteirista e produtora de longas-metragens, documentários, comerciais e programas de TV. Dirigiu 4 longas-metragens, 22 episódios de uma série de TV e inúmeros comerciais para o mercado publicitário.

André Gravatá: jornalista, ativista da área da educação, escritor de ficção e microrrevolucionário. Colaborador da Superinteressante e Vida Simples. Membro do coletivo Educ-ação, que desenvolve um livro sobre iniciativas educacionais inovadoras espalhadas pelos cinco continentes.

Djalma Santos: educador social, músico e há 10 anos vice-presidente da Rede Cultural Beija-Flor, que atende cerca de três mil crianças e jovens em seus quatro núcleos de desenvolvimento socioeducativo e comunitário. 

Realização: Comitê da Cultura de Paz



Áudio do 105º fórum para download

Profa. Dra. Luciane Lucas dos Santos
Fotos: Flávia Faria.

A dignidade humana foi o elemento central deste 105º fórum, Os impactos do modelo de desenvolvimento na dignidade humana – interculturalidade e construção de novas sociabilidades como antídoto à violência estrutural. Aqui, o link para baixar a íntegra do áudio.

A Profa. Dra. Luciane Lucas dos Santos discutiu a violência intrínseca ao modelo de desenvolvimento neoextrativista que a globalização hegemônica tem disseminado nos países latino-americanos. Neste sentido - e tendo por base de reflexão os conceitos de fascismo social, sociologia das ausências e linha abissal de Boaventura de Sousa Santos -, refletiu não só sobre as hierarquias hoje estabelecidas entre diferentes saberes, temporalidades, escalas e perspectivas de produção, como também sobre o impacto destas hierarquias na dignidade humana. 

A Profa. Dra. Luciane Lucas dos Santos é pesquisadora pós-doc no Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra (Portugal), sob a supervisão do Prof. Dr. Boaventura de Sousa Santos. Atualmente, sua pesquisa está relacionada aos seguintes temas: teoria crítica do consumo, economia solidária, redes solidárias de trocas e economias originárias campesinas.

"I have a dream" - 50 anos de um discurso que mudou a história

Na próxima terça-feira, dia 9 de abril, às 19h, o Comitê da Cultura de Paz realizará seu 103º fórum no Grande Auditório do MASP, dentro do escopo da Semana Martin Luther King, organizada pela Associação Palas Athena anualmente. Veja o programa completo aqui.

Abaixo, o convite da Profa. Lia Diskin, cofundadora da Palas e coordenadora do Comitê.


Caros parceiros na Cultura de Paz,
Poucos são os discursos que guardam o poder de nos comover após décadas de terem sido proferidos. Entre eles, ainda ecoa o que Martin Luther King ofereceu a centenas de milhares de pessoas reunidas em Washington, frente à estátua de Lincoln, ávidas de encerrar uma longa e dramática história de discriminação racial e vergonhosa impostura – cujos fantasmas ainda estão presentes, mesmo no Brasil.
Neste 103º Fórum do Comitê da Cultura de Paz, que conta com o apoio institucional do Consulado dos Estados Unidos, a reflexão e a arte dialogam em torno do Sonho de Martin Luther King, convocando para “ninguém ser julgado pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo de seu caráter”.
Terça-feira, 9 de abril, às 19 horas, no Grande Auditório do MASP, com entrada franca.
O programa segue abaixo e sugerimos que disponibilizem nas suas redes, visto que o Sonho ainda tem muito a ecoar para ganhar a condição irreversível de ação transformadora.
Este fórum acontece no escopo da Semana Martin Luther King, que a Associação Palas Athena promove anualmente no mês de abril, faz dez anos. Apresentações artísticas, palestras e vídeo-diálogos estão programados, sempre com entrada franca, em diversas unidades dos CEUs. Confira no site www.palasathena.org.br.

Para viver além de Narciso


Lia Diskin disseca ultra-individualismo das sociedade submissas aos mercados, mas aposta nos novos valores da juventude e numa política despartidarizada


Entrevista a Inês Castilho | Imagem: David RevoyNascissus & Echo (detalhe)
A vida é um fenômeno que resulta de relações: “não existe vida no isolamento”, ensina a professora e conferencista argentina Lia Diskin – em entrevista realizada para o estudo Política Cidadã, produzido pelo instituto Ideafix para o IDS (Instituto Democracia e Sustentabilidade). Os valores que deveriam nos orientar são, portanto, interdependência, empatia, solidariedade, cooperação, partilhamento: “a compreensão de que estamos imersos em uma comunidade viva que nos sustenta”. Ao contrário, a ideologia dominante em nossa cultura é a do individualismo. “Mas nenhum de nós se fez sozinho, embora se tente fazer crer que a criação desta obra ou daquela ideia seja exclusivamente de fulano ou beltrano”, recorda ela.
Lia Diskin vive no Brasil desde 1972, quando fundou a Associação Palas Athena – organização sem fins lucrativos que adota a gestão compartilhada e atua nas áreas editorial, de educação, saúde, direitos humanos, meio ambiente e promoção social. Passou o ano de 1986 estudando budismo em Dharamsala, na Índia, terra dos exilados tibetanos, tendo o Dalai Lama como um de seus professores. Desde então tornou-se uma espécie de embaixadora do líder budista no Brasil, e organizou suas visitas ao país em 1992, 1999, 2006 e 2011. É também coordenadora do Comitê Paulista da Década da Cultura de Paz, da Unesco.

101º Fórum do Comitê de Cultura de Paz reúne estudiosos das relações étnico-raciais para falarem sobre o cuidado da história única

Já estão disponíveis para download a íntegra do áudio e as apresentações realizadas no 101º fórum do Comitê da Cultura de Paz. Basta clicar aqui. Abaixo, a notícia dada pelo portal Senac Setor 3.

Por Susana Sarmiento
Nanci Oliveira, José Adão de Oliveira, Lourdes Alves de 
Souza, Oswaldo Faustino e Wagner Celestino [da esq.
para a dir.].

Na terça-feira da semana passada [13/11], em um dos auditórios do Museu de Arte de São Paulo, diferentes especialistas discutirem o tema do encontro: Diálogos em torno do “perigo da história única”. Tratava-se do 101º Fórum do Comite da Cultura de Paz, em adesão ao Dia Nacional da Consciência Negra e à Década sInternacionaol dos Povos Afrodescendentes (2013-2022). Participaram: José Adão de Oliveira, para falar sobre o histórico e a importância do Dia Nacional da Consciência Negra (20/11); Nanci Oliveira, sobre o cenário atual da educação e discussão sobre as cotas; Oswaldo Faustino focou sua apresentação sobre como a mídia fala dos afrodescendentes; Wagner Celestino mostrou seu trabalho documental na fotografia com ícones da cultura paulistana, especificamente a velha guarda do samba paulistano; e Lourdes Alves de Souza, psicóloga e especialista em desenvolvimento local, mediou toda essa conversa.

Diálogos em torno do "perigo da história única": 13/11, 19h, no Masp

O 101º fórum do Comitê se insere nas comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra e celebra a resolução das Nações Unidas que dá início à Década Internacional dos Povos Afrodescendentes, 2013-2022.

O convite é aberto e a entrada é franca, sem a necessidade de inscrição prévia. Para ver o programa completo e conhecer a íntegra da resolução da ONU, clique aqui.

Abaixo, o informe da Profa. Lia Diskin, coordenadora do Comitê, a todos os parceiros.

Estimados parceiros da Cultura de Paz,
Há situações, dinâmicas sociais, realidades, sobre as quais acreditamos que as leis, as normas e os pactos estabelecidos já são suficientes para dar conta das mesmas. A discriminação, os preconceitos que excluem e segregam, as intolerâncias desqualificadoras de identidades e visões de mundo estão entre elas. Via de regra, as reflexões sobre tais questões ficam polarizadas entre o revanchismo e o conformismo – o que não ajuda para transformar comportamentos e procedimentos que perpetuam desigualdades na distribuição de direitos e oportunidades.
Com o objetivo de “ver o que não vemos”, este 101º Fórum adere às comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra e celebra a resolução da ONU em promover a Década Internacional dos Povos Afrodescendentes (2013-2022).
Diálogos em torno “da história única”, título do nosso Fórum, terá a participação de José Adão de Oliveira, Nanci Oliveira, Oswaldo Faustino e Wagner Celestino, com mediação de Lourdes Alves de Souza. Terça-feira, 13 de novembro às 19 horas no Grande Auditório do MASP. A entrada, como sempre, é franca.
Encontro de múltiplas vozes e, esperamos, de múltiplas histórias, para o qual agradecemos estenda o convite a seus colegas, amigos, familiares e a todos aqueles que possam somar visão sobre uma realidade que atinge a todos nós. O detalhamento do programa segue abaixo.
Na renovação dos propósitos,
Lia Diskin

Se condenamos a violência por ser injusta, como lidar com ela de forma justa?

Dia 9 de outubro será realizado no Grande auditório do MASP, às 19h, o 100º fórum do Comitê da Cultura de Paz, um marco relevante nos 12 anos de atividades ininterruptas que gerou desdobramentos significativos em todo o país e reconhecimento internacional. Para conferir o programa completo do 100º fórum - "Se condenamos a violência por ser injusta, como lidar com ela de forma justa?" - clique aqui. A entrada é franca e não há necessidade de inscrição prévia.

Abaixo, o convite da Profa. Lia Diskin a todos os parceiros do Comitê.

Mui prezados parceiros,
100 fóruns, mais de 25.000 participantes, 12 anos de atividade ininterrupta, quase 200 horas de registro em áudio disponíveis no site, onde se recebe uma média de 600 visitas diárias... relatório numérico que contorna o cenário onde o Comitê da Cultura de Paz vem plantando e inspirando milhares de iniciativas de forma não centralizada, polifônica e autônoma.
Todavia, os números são insuficientes para retratar as alegrias, encontros, parcerias, descobertas que acontecem a cada fórum. Tampouco conseguem explicar o entusiasmo e a perseverança dos voluntários que sustentam o fazer-acontecer. Nem dos frequentadores que nos acompanham e incentivam há mais de uma década.
100º fórum para celebrar! Os pioneiros brasileiros na Cultura de Paz estarão presentes nesta mesa redonda, cujo propósito é reafirmar a urgência de uma cidadania solidária capaz de pactuar princípios e respeitar diferenças. Os professores Ubiratan D’Ambrósio, Therezinha Fram e Cândido Alberto Gomes nos oferecerão suas experiências, conhecimentos e reflexões na terça-feira, 9 de outubro, às 19 horas, no MASP, conforme programa detalhado abaixo.
Disponibilize o programa deste 100º Fórum nas suas redes. Convide seu vizinho, irmão, colega... polinize a ideia!
Na gratificante tarefa de estender este convite, recebam todos abraços amigos,
Lia Diskin

11/09: Justiça Restaurativa - Justiça como valor no Brasil

Compartilhamos o mais recente informe da Profa. Lia Diskin, coordenadora do Comitê da Cultura de Paz - parceria UNESCO-Palas Athena, convidando para o 99º fórum, a ser realizado dia 11 de setembro, às 19h, no Grande Auditório do MASP. Entrada franca.
Para ver o programa completo, clique aqui.
Caros parceiros na Cultura de Paz,
Olhando do alto deste 99º Fórum, percebemos uma floresta fecunda e inspiradora de ideias, projetos, realizações, provocações, experiências e sonhos que nos veem alimentando ao longo destes doze anos. E quisemos celebrar o cume dos números de dois dígitos (ou seja, 99) para falar de Justiça, um dos pilares sobre os quais se sustenta a civilização ocidental. E mais ainda, Justiça Restaurativa, horizonte generoso e promissor em direção ao qual o Brasil avança vigorosamente. Um dos pioneiros nessa estrada, o Juiz Egberto de Almeida Penido, nos honrará com a partilha de suas experiências, desafios e entraves para encurtar distâncias até o propósito almejado.
Com este tema abre-se auspiciosa passagem para a série de “três dígitos” que marcarão os Fóruns Temáticos do Comitê da Cultura de Paz daqui para frente.
Terça-feira, 11 de setembro, 19 horas, grande auditório do MASP – com entrada franca. Convide seus amigos, colegas, professores, e alunos. Esta é uma realização que construímos juntos, mês após mês, ano após ano, e que hoje ecoa em todos os cantos do país.
Felizes com a companhia, o incentivo e a generosidade dos voluntários que fazem acontecer estes Fóruns, congratulamos a todos – parceiros na missão e na ação,
Lia Diskin

Iniciativa reúne jovens pela paz na Argentina e concurso internacional

A organização argentina Mil Milênios de Paz está organizando o 1º Encontro de Embaixadores e Embaixadoras da Paz, "A cultura e a paz em um mundo sustentável", que integra o projeto transdisciplinar "Construindo um mundo melhor sob a bandeira da paz". O objetivo é que o Encontro seja um ponto de partida de ações futuras conjuntas dedicadas a inspirar, facilitar e educar para uma Cultura de Paz e Unidade na Argentina e com outros países.

Em celebração ao dia 2 de outubro, Dia Internacional da Não-violência, a organização está promovendo a exposição de cartazes "Falemos de paz em paz". A convocatória para a seleção de 78 cartazes já está aberta e irá até 1º de setembro. Conheça os detalhes no blog ttp://diainternacionalnoviolencia.blogspot.com.ar/.

Outras informações e formas de participação podem ser solicitadas através do e-mail info@milmilenios.org.ar e no site da organização: www.milmilenios.org.ar.

14/08: Pensamos de maneira sistêmica, mas em qual direção?


Este é o tema do 98º fórum do Comitê da Cultura de Paz, com Prof. Dr. Antonio Carlos Valença. 
14 de agosto, 19h, no MASP. Entrada franca.


Quando pensamos de modo sistêmico, há garantia de que estamos nos encaminhando para boas escolhas, valores construtivos, propósitos sustentáveis?

Ao raciocinar e construir sentido contextualizado estamos indo além das balizas do pensamento reducionista-mecanicista. Crianças e adultos são capazes de afirmar, expandir, justapor, comparar, diferenciar, negar e contrapor conceitos. Tal processo repousa em estruturas profundas, arquetípicas, algumas condicionadas, que estão na base de nosso modelo mental.

Mas qual a finalidade e direção desse raciocínio? Seria de se esperar que esse dom precioso nos levasse para estruturas conceituais propiciadoras do solidário, sustentável, verdadeiro, justo, belo e bom. A maioria não deseja para si o feio, a injustiça, a mentira, o isolamento, a fragmentação.

O que temos feito com nossa capacidade de decodificar o mundo, formar conceitos e estruturas de pensamento, avaliar, criar propósitos e objetivos? Como se processa esta dinâmica mental que, embora sistêmica, tem fragmentado nossa visão do mundo e desestruturado nossa vida familiar, escolar, comunitária, empresarial?

Haveria modo de educar nossos processos de raciocínio na direção de horizontes onde figurem o adequado, consistente, coerente, justo e estético?

Antônio Carlos Valença é consultor organizacional e diretor técnico da Valença & Associados – Aprendizagem Organizacional. Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia e doutor em Comportamento Organizacional pela Case Western Reserve University, com especializações na Universidade de Harvard, no Symlog Consulting Group, na High Performance Systems e na Appreciative Inquiry Network. Professor da pós-graduação em Pensamento Sistêmico e Aprendizagem Organizacional da UFPE. Criador da metodologia Mediação- Método de Investigação Apreciativa da ação-na-ação (2007,2009). Autor, entre outros, de Aprendizagem Organizacional – 123 Arquétipos Sistêmicos (SENAC).

O legado de Gandhi permanece

Escultura doada pelo governo da Índia à 
cidade de São Paulo, através da Associação
Palas Athena, marca o Espaço Gandhi, 
defronte o Parque do Ibirapuera.
De Rabindranath Tagore, passando por Mohandas Gandhi e chegando a Amartya Sen, grandes mentes indianas têm abordado a necessidade de educação holística para a paz e desenvolvimento pessoal. Este legado secular é refletido nas metas de um novo instituto da UNESCO.

UNESCO Brasil

O Mahatma Gandhi Instituto de Educação para a Paz e Desenvolvimento Sustentável (MGIEP, na sigla em inglês), a ser inauguradao em Nova Delhi no final deste ano, será a última novidade de uma longa linha de iniciativas que nos lembram que o legado de Gandhi perdura.

"Se quisermos alcançar a verdadeira paz neste mundo e se quisermos exercer uma verdadeira guerra contra a guerra, teremos de começar com as crianças". Estas palavras foram levadas a sério pelos dois seguidores do Bapu da Índia (“pai”) que fundaram a Cidade Escola Montessori - ganhadora do Prêmio Educação para a Paz 2002 da UNESCO - que se destaca como uma das muitas encarnações de palavras de Mahatma: a filosofia da escola é disseminar "um ser humano bom, um bom membro de uma família, um bom membro de uma comunidade, um bom cidadão de um país, um bom cidadão do mundo" em cada um dos alunos, por meio de uma possível e ampla educação em prol da tolerância e da paz.

Um em cada cinco brasileiros sofreu punição física regular na infância

A explicação mais provável para o fenômeno é que as vítimas de punição corporal abusiva na infância têm maior probabilidade de adotar a violência como linguagem ao lidar com situações do cotidiano. Assista também ao vídeo "Children see, children do".

Agência FAPESP


Uma pesquisa realizada em 11 capitais brasileiras revelou que mais de 70% dos 4.025 entrevistados apanharam quando crianças. Para 20% deles, a punição física ocorreu de forma regular – uma vez por semana ou mais. Castigos com vara, cinto, pedaço de pau e outros objetos capazes de provocar danos graves foram mais frequentes do que a palmada, principalmente entre aqueles que disseram apanhar quase todos os dias.

O levantamento foi feito em 2010 e divulgado este mês pelo Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiado pela FAPESP. O objetivo da pesquisa, segundo Nancy Cardia, vice-coordenadora do NEV, foi examinar como a exposição à violência afeta as atitudes, normas e valores dos cidadãos em relação à violência, aos direitos humanos e às instituições encarregadas de garantir a segurança.

4ª edição do curso "Educação para a Paz: Fundamentos e Metodologia"

Realizado em Ponta Grossa, Paraná, as inscrições para o curso podem ser feitas até amanhã, 6 de julho. Abaixo, veja a entrevista do professor Nei Alberto Salles Filho, coordenador do Núcleo de Educação para a Paz da Universidade Estadual de Ponta Grossa, ao Jornal da Manhã.


Coordenador do NEP fala de educação e cultura

Por Talita Moretto
26/06/2012

O professor Nei Alberto Salles Filho convida educadores para uma discussão sobre a influência do tema na sociedade e nas salas de aula, e também destaca a ações no Paraná

Foto: Arquivo NEP
No próximo mês inicia a quarta edição do curso ‘Educação para a Paz: Fundamentos e Metodologia’, uma promoção do Núcleo de Estudos e Formação de Professores em Educação para a Paz e Convivências, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (NEP/UEPG), em parceria com o Serviço Social do Comércio (SESC/PG). O coordenador do NEP/UEPG, o professor Nei Alberto Salles Filho, que atua há dez anos na promoção da paz nas escolas, em entrevista ao Vamos Ler falou sobre esse processo que envolve a mediação pedagógica de conflitos, os valores humanos e a qualificação das relações interpessoais.


Vamos Ler: Qual a melhor definição para o termo ‘Educação para a Paz’?
Nei Alberto Salles Filho: Educar para a Paz é educar para convivências com qualidade, para o diálogo ético e com responsabilidade; é respaldo para discutir sobre direitos humanos e desigualdades sociais; também serve para fundamentar as relações humanas em valores positivos e, sobretudo, ampliar o respeito às diferenças e à não-violência a qualquer forma de vida e ao meio ambiente. Por isso dizemos sempre que uma Cultura de Paz só é possível se houver uma Educação para a Paz.

MEC homologa diretrizes nacionais para a educação em direitos humanos



Em cerimônia realizada no dia 29/05 no Ministério da Educação, o ministro Aloizio Mercadante homologou as Diretrizes Nacionais de Educação em Direitos Humanos, fruto de um processo amplo e participativo conduzido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) que envolveu educadores, especialistas na área, a sociedade civil e organismos internacionais envolvidos na temática.


Veja também: 
MEC homologa diretrizes para educação ambiental e educação indígena
Plano de Direitos Humanos da Espanha [em espanhol]

As diretrizes aprovadas pelo CNE, como lembrou o ex-ministro de Direitos Humanos Paulo Vannuchi, que acompanhou a cerimônia juntamente com a atual ministra Maria do Rosário, é uma demanda antiga e presente no próprio Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (2005) e no Programa Nacional de Direitos Humanos (2009). Ambos já previam textualmente a “efetivação das diretrizes e dos princípios da política nacional de educação em Direitos Humanos para fortalecer uma cultura de direitos”.