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Dialogando com Gandhi através da dança e da reflexão - áudio disponível para download

Nesta 32ª Semana Gandhi, celebramos – por meio da dança indiana Odissi e das reflexões sobre a Educação para a Paz, o diálogo entre Arte e Pedagogia, entre estética e ética, permitindo descobrir espaços de recriação e ressignificação da vocação libertária que inspirou Gandhi.

Este foi o mote do 108º fórum do Comitê da Cultura de Paz, realizado dia 8 de outubro, no Grande Auditório do MASP - e a íntegra do áudio está disponível para download aqui.

Dialogando com Gandhi – através da dança e da reflexão


Caros parceiros na Cultura de Paz,

Tradição e inovação entram de mãos dadas no palco deste 108º Fórum. Dialogando com Gandhi – através da dança e da reflexão. A bailarina Silvana Duarte nos oferecerá um recital de dança clássica Odissi, gênero indiano ritual que se caracteriza pela fluidez dos movimentos e a harmonização dos opostos.

Em seguida a Dra. Renata Cueto de Souza falará sobre a Educação para a Paz, suas origens e as contribuições significativas que Gandhi promoveu mediante seus experimentos nas comunidades rurais que criou, onde a não violência era o princípio fundante de vínculos de respeito e confiança mútua. Essas contribuições, unindo-se a outras vozes, desenham um horizonte promissor de modelos democráticos, plurais e solidários de convivência.

Terça-feira, 8 de outubro, 19 horas, no Grande Auditório do MASP. A entrada é franca, como sempre, portanto sugerimos disponibilizar este programa nas suas redes, possibilitando que mais pessoas se beneficiem desse Diálogo.

Com um mesmo e redobrado empenho, recebam saudações da maior cordialidade,

Lia Diskin
Coordenadora do Comitê

(11) 3266-6188
www.palasathena.org.br

32ª Semana Gandhi _________________ UMA FORÇA MAIS PODEROSA

2 de outubro, quarta-feira, 19h - Centro Cultural da Índia
Alameda Sarutaiá, 380 – Jardim Paulista – São Paulo – SP 
[próximo à Avenida Brigadeiro Luiz Antonio e Alameda Campinas] 
ENTRADA FRANCA – NÃO É NECESSÁRIA INSCRIÇÃO

Video-diálogo que ilustra a eficácia da ação de Gandhi ao promover transformações sociais que ganharam notoriedade no cenário internacional.

Com o Dr. Luiz Góes e o Mediador João Moris – Educadores da Palas Athena para Projetos Socioeducativos fundados no legado de Gandhi – e colaboração da Educadora Social Rosangela C. Ares

Neste Encontro exibiremos imagens de filmes raros que evidenciam a influência do Mahatma nos grandes líderes da Não Violência, que no curso do século XX lutaram pelos direitos civis e liberdades individuais, transformando conflitos em oportunidades para conquistar a plena cidadania após derrotarem a opressão e a exclusão.

Esta apresentação dialogada oferecerá o panorama de ação, reflexão e visão de mundo de três grandes transformadores: Gandhi, Luther King e Mandela. Qual o alcance de seus feitos? Qual seria a pauta de suas agendas?

João Roberto Moris é jornalista, tradutor, mediador de conflitos, membro da Associação Palas Athena e capacitado em seus programas de Filosofia e Ética. Atua como facilitador do Projeto Gandhi para jovens cumprindo medida socioeducativa na Fundação Casa. É membro do Grupo Escola Restaurativa, que promove a disseminação de práticas restaurativas entre professores da rede pública de ensino.

Luiz Henrique Froner Souza Góes, capacitado em Filosofia e Ética pela Palas Athena e membro de seu Conselho Deliberativo, é criador e facilitador dos vídeo-diálogos sobre a pedagogia pró-ativa não violenta de Gandhi e Martin Luther King. Desde 2007, mensalmente, atua como voluntário levando este projeto de cidadania, ética e valores universais da Palas Athena aos jovens das unidades da Fundação CASA na Grande São Paulo. Exerce a odontologia como profissão, a fotografia e a literatura como atividades criativas.

Realização: Palas Athena
Apoio institucional: Consulado Geral da Índia e Centro Cultural da Índia

Para viver além de Narciso


Lia Diskin disseca ultra-individualismo das sociedade submissas aos mercados, mas aposta nos novos valores da juventude e numa política despartidarizada


Entrevista a Inês Castilho | Imagem: David RevoyNascissus & Echo (detalhe)
A vida é um fenômeno que resulta de relações: “não existe vida no isolamento”, ensina a professora e conferencista argentina Lia Diskin – em entrevista realizada para o estudo Política Cidadã, produzido pelo instituto Ideafix para o IDS (Instituto Democracia e Sustentabilidade). Os valores que deveriam nos orientar são, portanto, interdependência, empatia, solidariedade, cooperação, partilhamento: “a compreensão de que estamos imersos em uma comunidade viva que nos sustenta”. Ao contrário, a ideologia dominante em nossa cultura é a do individualismo. “Mas nenhum de nós se fez sozinho, embora se tente fazer crer que a criação desta obra ou daquela ideia seja exclusivamente de fulano ou beltrano”, recorda ela.
Lia Diskin vive no Brasil desde 1972, quando fundou a Associação Palas Athena – organização sem fins lucrativos que adota a gestão compartilhada e atua nas áreas editorial, de educação, saúde, direitos humanos, meio ambiente e promoção social. Passou o ano de 1986 estudando budismo em Dharamsala, na Índia, terra dos exilados tibetanos, tendo o Dalai Lama como um de seus professores. Desde então tornou-se uma espécie de embaixadora do líder budista no Brasil, e organizou suas visitas ao país em 1992, 1999, 2006 e 2011. É também coordenadora do Comitê Paulista da Década da Cultura de Paz, da Unesco.

Conhecer-se e viver em teia

Por Assessoria de Comunicação - IDS
Profa. Lia Diskin, cofundadora da Associação Palas
Athena e coordenadora do Comitê da Cultura de Paz.

É difícil discernir o essencial, o indispensável, nos dias de hoje? Para Lia Diskin - formada em Jornalismo, estudiosa dos filósofos indianos Nagarjuna e Kamala Shila e premiada por sua contribuição na área de Direitos Humanos e Cultura de Paz pela Unesco - o primeiro passo é se conhecer. E, depois, viver em teia. "Não existe vida sem relação. Não existe vida no isolamento", diz. Valores essenciais sustentam esse emaranhado de relações, e também são sustentados pela rede.

Lia cita Gandhi, desdobrando o significado de uma de suas máximas mais célebres. "Você não pode começar pelo mundo, mas pode começar por você. Gandhi tinha essa capacidade de apontar com clareza questões relevantes, acessíveis à participação de todos. Penso que devemos resgatar essa capacidade." Leia abaixo a entrevista concedida por Lia à Inês Castilho, e saiba mais sobre a série de entrevistas, projeto realizado em parceria entre o IDS, Outras Palavras e Ideafix, neste link.


Como você percebe a participação política do cidadão brasileiro?
Muito enfraquecida, pouco envolvida, pouco comprometida. Apesar de haver uma informação crescente, talvez por causa das redes sociais, numa perspectiva mais de longo prazo não vejo uma capacidade aglutinante de fazer propostas locais, pontuais, nem de uma macroestratégia de desenvolvimento do país.

Gandhi hoje: Os fins estão nos meios – a ética da intenção na ação


Mesa redonda com: Lia Diskin, Hamilton Faria e Luiz Henrique Góes

ENTRADA FRANCA

2 de outubro de 2012, terça-feira, 19 horas

LOCAL: Centro Cultural da Índia - Consulado Geral da Índia
Alameda Sarutaiá 380 – Jardim Paulista
CEP 01403-010 – São Paulo – SP
Tel./Fax: 3149 3340

A atualidade do pensamento gandhiano é indiscutível. Alguns dos focos de sua ação tornaram-se matéria prima para o que chamamos hoje de economia solidária, empoderamento local, equidade entre os gêneros, resolução pacífica de conflitos, aliança entre autonomia e interdependência.