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12/11, 19h: Um profeta em Nova Iorque __ Leitura dramática inspirada na vida e obra de Khalil Gibran

 
Com a Companhia Teatral Arnesto nos Convidou e o dramaturgo Samir Yazbek
Abertura de Aida R. Hanania - professora titular aposentada da FFLCH-USP 

12 de novembro de 2013 • terça-feira • 19h 
Auditório do MASP 
Av. Paulista, 1578
São Paulo/SP 
Estação Trianon-Masp do metrô

Entrada franca

Não é necessário fazer inscrição antecipada

Um Profeta em Nova Iorque é um texto teatral inédito, do dramaturgo e diretor Samir Yazbek, inspirado na vida e obra do poeta, escritor e artista plástico libanês Khalil Gibran (1883-1931), autor do best-seller mundial O Profeta.

Tomando como pano de fundo a época em que Gibran viveu em Nova Iorque, no início do século XX, acompanhamos o florescimento de sua literatura, a luta pelo reconhecimento do seu trabalho, além do diálogo imaginário com figuras emblemáticas de sua infância.

Apresentação do 104º fórum para download

Adriana Fóz.


















O Grande Auditório do MASP lotou para ver e ouvir a educadora e pesquisadora Adriana Fóz, no 104º fórum do Comitê da Cultura de Paz: Neurociência e Educação - Novos Desafios e Conhecimentos, realizado dia 7 de maio.

Aqui, o link para baixar a apresentação de Adriana Fóz, em PDF. O áudio não está disponível para download.

Fotos: Luiz Góes



Gandhi hoje: Os fins estão nos meios – a ética da intenção na ação


Mesa redonda com: Lia Diskin, Hamilton Faria e Luiz Henrique Góes

ENTRADA FRANCA

2 de outubro de 2012, terça-feira, 19 horas

LOCAL: Centro Cultural da Índia - Consulado Geral da Índia
Alameda Sarutaiá 380 – Jardim Paulista
CEP 01403-010 – São Paulo – SP
Tel./Fax: 3149 3340

A atualidade do pensamento gandhiano é indiscutível. Alguns dos focos de sua ação tornaram-se matéria prima para o que chamamos hoje de economia solidária, empoderamento local, equidade entre os gêneros, resolução pacífica de conflitos, aliança entre autonomia e interdependência.

14/08: Pensamos de maneira sistêmica, mas em qual direção?


Este é o tema do 98º fórum do Comitê da Cultura de Paz, com Prof. Dr. Antonio Carlos Valença. 
14 de agosto, 19h, no MASP. Entrada franca.


Quando pensamos de modo sistêmico, há garantia de que estamos nos encaminhando para boas escolhas, valores construtivos, propósitos sustentáveis?

Ao raciocinar e construir sentido contextualizado estamos indo além das balizas do pensamento reducionista-mecanicista. Crianças e adultos são capazes de afirmar, expandir, justapor, comparar, diferenciar, negar e contrapor conceitos. Tal processo repousa em estruturas profundas, arquetípicas, algumas condicionadas, que estão na base de nosso modelo mental.

Mas qual a finalidade e direção desse raciocínio? Seria de se esperar que esse dom precioso nos levasse para estruturas conceituais propiciadoras do solidário, sustentável, verdadeiro, justo, belo e bom. A maioria não deseja para si o feio, a injustiça, a mentira, o isolamento, a fragmentação.

O que temos feito com nossa capacidade de decodificar o mundo, formar conceitos e estruturas de pensamento, avaliar, criar propósitos e objetivos? Como se processa esta dinâmica mental que, embora sistêmica, tem fragmentado nossa visão do mundo e desestruturado nossa vida familiar, escolar, comunitária, empresarial?

Haveria modo de educar nossos processos de raciocínio na direção de horizontes onde figurem o adequado, consistente, coerente, justo e estético?

Antônio Carlos Valença é consultor organizacional e diretor técnico da Valença & Associados – Aprendizagem Organizacional. Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia e doutor em Comportamento Organizacional pela Case Western Reserve University, com especializações na Universidade de Harvard, no Symlog Consulting Group, na High Performance Systems e na Appreciative Inquiry Network. Professor da pós-graduação em Pensamento Sistêmico e Aprendizagem Organizacional da UFPE. Criador da metodologia Mediação- Método de Investigação Apreciativa da ação-na-ação (2007,2009). Autor, entre outros, de Aprendizagem Organizacional – 123 Arquétipos Sistêmicos (SENAC).

Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas



A edição de 2012 do Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas ofertará 70.000 vagas para 14.000 escolas em todo o território nacional.

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), do Ministério da Justiça em parceria com Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) lançam a 5ªedição do Curso de Prevenção do Uso de Drogas para 70.000 Educadores de Escolas Públicas.

O Curso é totalmente gratuito e executado pelo PRODEQUI/PCL/IP da Universidade de Brasília – UnB. Esta oferta é parte integrante do Plano “Crack, é possível vencer”, que no eixo prevenção prevê ampla capacitação para profissionais das redes de educação, segurança pública, saúde e assistência social, além de conselheiros e lideranças comunitárias e religiosas. Todo o processo de inscrição e seleção deve ser acompanhado no site: educadores.senad.gov.br.

Requisitos obrigatórios para inscrição

Por uma educação transformadora: os sete saberes da educação para o presente

Ainda que a Conferência Internacional sobre os Sete Saberes necessários à Educação do Presente - promovida pela UNESCO, pela Universidade Estadual do Ceará, em colaboração com a Universidade Católica de Brasília e com outras universidades nacionais e internacionais - tenha sido realizada em 2010, muitos educadores não tiveram acesso aos seus Anais ou mesmo à Carta de Fortaleza, que caracteriza a atual situação do ensino e as perspectivas que se abrem para uma educação planetária.

Nas considerações, a Carta afirma, por exemplo: "Vivemos uma crise civilizatória de natureza ecológica, econômica, social, política e educacional, cujas incalculáveis e imprevisíveis consequências põem em risco a sobrevivência humana e a preservação da vida no planeta. Tais crises são expressões de processos complexos provocados por um paradigma civilizatório baseado na ganância, no individualismo, no paternalismo, no consumo desenfreado de recursos materiais, na depredação de bens naturais, na violência, no autoritarismo e na marginalização social". Além disso, afirma que "A aprendizagem da compreensão humana está na base da construção de uma cultura de paz e cidadania ancorada no respeito à diversidade e à promoção dos direitos humanos universais".

E-book: pesquisa alerta pais, professores e designers

Estudo demonstra que e-books avançados levam
crianças a reter menos conteúdo, e alerta pais e
professores a darem preferência a livros impressos
e e-books básicos no processo de alfabetização.
Fonte: paidContent

Recente pesquisa do Joan Ganz Cooney Center indica que recursos avançados especiais de e-books podem ser uma distração tanto para crianças pequenas quanto para seus pais, ao ler os livros com eles.

Em seu último "relatório resumido" [PDF em inglês], o Cooney Center apresenta o estudo com 32 pares de pais e filhos. Os pequenos têm todos entre três e seis anos de idade. Metade dos pares leu um livro impresso e um e-book simples, e a outra metade leu um livro impresso e um e-book com recursos avançados (definido como um e-book com "avançadas experiências de multimídia", como jogos e outros recursos interativos, com incidência de aplicativos de leitura como Scholastic's Storia e Ruckus Reader).

Mente dispersa não é mente feliz

Quase 47% das horas de vigília são gastas em pensamentos sobre o que não está acontecendo


Por Steve Bradt
Artigo publicado originalmente em inglês no portal Harvard Science 

Tradução: Elisabete Santana


Os psicólogos de Harvard, Killingsworth [à esq.] e Gilbert
usaram um aplicativo especial para iPhone em sua pesquisa.
Resultado: gastamos quase metade do nosso tempo
pensando sobre coisas diferentes das que acontecem ao
nosso redor e a maior parte desses devaneios não nos
faz felizes.
As pessoas despendem 46,9% de suas horas de vigília pensando em algo diferente do que estão fazendo, e essa mente divagante normalmente as torna infelizes. É o que diz um estudo que utilizou um aplicativo para iPhone para reunir dados sobre como temas de pensamentos, sentimentos e ações fazem parte de suas vidas. 

A pesquisa, dos psicólogos Matthew A. Killingsworth e Daniel T. Gilbert, da Universidade de Harvard, está descrita na edição de novembro/2011 da revista Science.

“A mente humana é uma mente dispersa, e uma mente dispersa é uma mente infeliz”, escrevem Killingsworth e Gilbert. “A habilidade de pensar sobre o que não está acontecendo é um feito cognitivo que traz um custo emocional.”

Ao contrário de outros animais, os humanos passam muito tempo pensando sobre o que não está acontecendo ao seu redor: contemplando eventos que aconteceram no passado, que poderão acontecer no futuro ou que nunca acontecerão. Na verdade, a mente divagante parece ser o modo padrão de operação do cérebro.

Como podemos educar nossas emoções?

94º Fórum acontece na próxima terça-feira, dia 13, às 19h, no Grande Auditório do Masp, com entrada franca. Não é necessário fazer inscrição antecipada

"Como podemos educar nossas emoções?" é o tema proposto pela Profa. Dra. Elisa H. Kozasa para a realização do 94º fórum do Comitê da Cultura de Paz, que acontece em parceria com o Instituto do Cérebro / Hospital Albert Einstein e em adesão à Brain Awareness Week.

Todos já tivemos um episódio emocional do qual nos arrependemos. Infelizmente ele pode acontecer em momentos importantes, gerar consequências duradouras e até mesmo mudar o rumo de nossas vidas. Mas, será que poderia ter sido diferente? Poderíamos ter sido educados emocionalmente e desenvolvido instrumentos para lidar com situações difíceis de outra maneira? Será que podemos aprender algo agora?

10/12: Dia Internacional dos Direitos Humanos

São apenas 30 artigos de uma Declaração fundamental para nossa condição humana, para nossa convivência harmoniosa em respeito a todos os outros seres. Hoje, especialmente, vale a leitura e a reflexão sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Resolução 217 A [III] da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10/12/1948.

São direitos que todos temos simplesmente por sermos humanos. O vídeo abaixo, produzidos pela organização United for Human Rights ilustra a necessidade de revisitarmos a Declaração cotidianamente.

"Território do Brincar": encontro com a criança brasileira


A partir de 2012, a educadora Renata Meirelles e o documentarista David Reeks voltam à estrada para percorrer, durante dois anos, uma geografia de saberes da cultura infantil de diversas regiões brasileiras.

Seguindo um trabalho que já fazem há 16 anos, continuarão ouvindo o que dizem as crianças de nosso país, dando voz aos seus gestos, saberes e fazeres, principalmente através da sua linguagem mais genuína: o brincar. A diversidade de um país como o Brasil vista pelos olhos da criança, que nos apresenta sua realidade baseado, essencialmente, na espontaneidade típica infantil.



16 de novembro: Dia Internacional da Tolerância

Desde 1995, o dia 16 de novembro é celebrado como o Dia Internacional da Tolerância, com base na Declaração de Princípios sobre a Tolerância da UNESCO.

Este é um documento internacional de referência sobre um tema que, muitas vezes, é confundido com o ato de tudo tolerar. Ao contrário, a Declaração afirma que tolerância não é aceitação, condescendência ou indulgência. "A tolerância é, antes de tudo, uma atitude ativa fundada no reconhecimento dos direitos universais da pessoa humana e das liberdades fundamentais do outro." E vai além, ao afirmar que "é uma virtude que torna a paz possível e contribui para substituir uma cultura de guerra por uma cultura de paz".

Conheça a íntegra da Declaração e ajude a difundi-la, estudá-la e aplicá-la.

Paz dentro da Psicologia Genética

Foto: NEP/UEPG
Por Carlos Alberto Mayer
NEP/UEPG

O Núcleo de Estudos e Formação de Professores em Educação para a Paz e Convivências da Universidade Estadual de Ponta Grossa (NEP/UEPG), realizou dia 21/09 um evento que contou com a participação da professora Nádia Badue Freire, pesquisadora e coordenadora do Grupo de Estudos em Educação para a Paz e Tolerância, da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (GEEPAZ/FE-Unicamp). Na oportunidade Nádia proferiu palestra como parte das ações do NEP/UEPG referentes à Semana da Paz em Ponta Grossa, instituída pela Lei Municipal n. 8280, de novembro de 2005, com o objetivo de promover a reflexão sobre violências e alternativas para a prevenção. 

Segundo o coordenador, professor Nei Alberto Salles Filho, a professora Nádia Badue Freire, abordou a temática Educação para a Paz sob o prisma da Psicologia Genética. Ela fez afirmações sobre a importância dos estudos de Jean Piaget na construção de referências teóricas sobre tolerância moral que contribuam no processo de educar para a paz. “Nesse sentido, a Educação para a Paz configura-se como desenvolvimento do ser humano em todos os aspectos, essa foi uma das principais mensagens da palestra”, destaca. A professora Nádia ainda comentou sobre o trabalho do grupo GEEPAZ/Unicamp, que tem realizado pesquisas e formação de educadores na área da Educação para a Paz nos últimos anos.

Como promover mudanças em meio a um ciclo destrutivo de violência?

O trabalho de John Paul Lederach como mediador e conciliador tem reconhecimento internacional. Fundador e diretor do Conflict Transformation Program e do Institute of Peacebuilding da Eastern Mennonite University, ele vem atuando como consultor e mediador direto em inúmeras situações, desde o conflito Miskito / Sandinista na Nicarágua até os conflitos na Somália, Irlanda do Norte, País Basco e Filipinas.

Em A Imaginação Moral, ele nos fala sobre a construção da paz com base em experiências pessoais de campo e aborda o cerne daquilo que é necessário para promover mudanças em meio a um ciclo destrutivo de violência, para alterar um relacionamento opressivo ou compreender as causas de um conflito aparentemente resistente a toda tentativa de pacificação.

Lederach lança mão da biologia, poesia, folclore e física, bem como da sabedoria anônima de pessoas que mostraram extraordinária coragem e habilidade em face da violência - tudo para revelar a essência de um processo eficaz de construção da paz.

13/09, 19h: O que nos faz humanos? Bases biológicas e culturais da convivência

Por Lia Diskin, cofundadora da Associação Palas Athena e coordenadora do Comitê

Setembro. A despeito do pouco que percebemos sobre o que acontece sob nossos pés – a Primavera chegará. E a despeito de não olharmos muito para o que acontece acima da nossa cabeça – a constelação de Orion se tornará visível nos céus noturnos do nosso quadrante.

Neste mês de setembro o Comitê da Cultura de Paz escolheu uma indagação para a qual existem infinitas respostas. Aquelas já ventiladas, e as que ainda nos aguardam no futuro. O que nos faz humanos? Bases biológicas e culturas da convivência é o tema do nosso 91º Fórum, que será conduzido a partir de dois olhares: o científico e o poético. O primeiro estará a cargo do Dr. José Romão Trigo de Aguiar, médico e estudioso das novas correntes biológicas de pesquisa. O segundo terá as contribuições do poeta e sociólogo Hamilton Faria, especialista em políticas de cultura e desenvolvimento cultural.

Nosso encontro está marcado para terça-feira, 13 de setembro às 19 horas no MASP – Museu de Arte de São Paulo. A entrada é franca, por isso convidamos você a disponibilizar o programa que segue abaixo entre seus familiares, amigos e colegas de redes sociais. Ao final, pode ser interessante sabermos um pouco mais a respeito de nós mesmos... do que está sob nossos pés e acima da nossa cabeça.

Política Científica e Desenvolvimento Sustentável

A Rede de Informação em Política Científica - SPIN - é uma plataforma desenvolvida integralmente pelo Programa de Política Científica e Desenvolvimento Sustentável (SC PSD) do Escritório Regional de Ciência da UNESCO para a América Latina e o Caribe.

É possível ter acesso a análises por país da descrição do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação (CTI), marcos legais, instrumentos de políticas científicas, biblioteca virtual com mais de 700 documentos para download, indicadores, organismos de cooperação em CTI etc. Para ter acesso a todas estas informações é necessário apenas cadastrar-se.

Jornais do mundo todo? Sim, a um clique!

E se fosse possível encontrar rapidamente os jornais publicados em qualquer país do mundo nos mais variados idiomas, confrontar notícias, conhecer outros olhares e culturas? E se fosse possível acrescentar também aquela publicação do seu bairro?

Isto é o que a ferramenta Newspaper Map, do Google, possibilita a um toque. "Comunicação participativa" e "Livre fluxo de informações e conhecimento", dois dos eixos do Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz, ao alcance de nossas mãos.

Para fechar com chave de ouro, disponibilizamos também várias ferramentas para revisar as notícias e otimizar seu tempo. Basta clicar aqui.